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20/06/2010

O Anticristo portoriquenho na mira da justiça (II)













No artigo anterior comentamos algo sobre as contradições envolvendo a verdadeira identidade de José Miranda. Observamos as diferenças entre ele e o verdadeiro salvador da humanidade. Nesta segunda parte de "O Anticristo portorquinho na mira da justiça", daremos continuidade ao que propomos na análise anterior.

Em 1973, segundo dados do próprio Ministério Creciendo en Gracia, José Miranda disse ter recebido uma "revelação", segundo a qual foi-lhe dito que ele era o Messias reencarnado e que deveria combater os inimigos de Deus. Acontece que passados 15 anos (isso em 1988), Miranda se levantou contra a "revelação" anterior e passou a se apresentar como a "reencarnação" do apóstolo Paulo. Isso mostra quão confuso e distante estava Miranda do verdadeiro Evangelho. Se ele era mesmo Jesus, por que tanta confusão quanto a sua verdadeira identidade? Pelo o que sabemos dos evangelhos, Jesus jamais se confundiu no que dizia respeito a sua relação com o Pai e missão no mundo. Miranda parece ser um "cristo" confuso, porque ora se identifica com Jesus, ora com Paulo. Parece que os efeitos da heroína ainda permanecem em seu subconsciente, tal as discrepâncias de identidade. Mas não para por aí.

Insatisfeito com sua condição de apóstolo "reencarnado", mais uma vez José Miranda se apresentou a igreja em Miami como o Cristo ressurreto. Isso é uma espinha na garganta dos seus seguidores, que para fugir da verdade argumentam que Miranda jamais disse ser Jesus. Segundo eles, coube a Igreja reconhecê-lo como Jesus, o salvador. Isso vai contra o que o próprio Miranda anuncia aos quatro cantos da terra, em entrevistas e teleconferências. Prova disso é que nem mesmo a sua família ficou ao seu lado. Inconformados com a sua petulância e errogância em afirmar ser Jesus, Nydia, sua primeira mulher e seu filho José Luiz Jr. o abandonaram e voltaram para Porto Rico com o objetivo de fundar uma nova igreja. Segundo Nydia testemunhou posteriormente, Miranda mentiu ao revelar-se como Jesus, e que o interesse por trás de tudo isso era o dinheiro que ele poderia arrancar dos fieis.

Mesmo diante das inúmeras críticas e denúncias publicadas em jornais dos EUA e Porto Rico, José Luiz Miranda prosseguiu em sua afirmação e foi mais além: em 2007, durante um culto na sede em Miami, tirou o cassaco e supreendeu a todos ao mostrar tatuado em seu antebraço o número 666. Foi a gota d'água para que pipocassem inúmeras outras denúncias e deserções. Muitos crentes, perplexos com a nova revelação do seu líder, abandonaram a igreja e passaram a fazer franca oposição a ele. Jornais, programas humorísticos, canais abertos e privados, exploraram o assunto por semanas. Virou o tema do momento. Mas era só o começo de uma série de irregularidades que viriam a público nos EUA e países latinos.




por Johnny T. Bernardo
do INPR Brasil






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